Brumado Notícias

Brumado Notícias

Resultado da busca pela categoria "economia"

FGTS: Começa a valer hoje novo limite para compra de imóveis

20 Fev 2017 - 14h30

Começa a valer hoje (20) a resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) que aumentou o limite máximo do valor dos imóveis novos adquiridos por meio do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Até 31 de dezembro deste ano, os mutuários poderão financiar imóveis de até R$ 1,5 milhão, utilizando recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Os financiamentos do SFH cobram juros menores que os demais financiamentos do mercado, de até 12% ao ano. Acima desses valores, valem as normas do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), com taxas mais altas e definidas livremente pelo mercado. Essa foi a segunda elevação do limite nos últimos três meses. Em novembro, o CMN tinha reajustado o teto de financiamento de R$ 650 mil para R$ 800 mil, na maior parte do país, e de R$ 750 mil para R$ 950 mil no Distrito Federal, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e em São Paulo. O novo teto de R$ 1,5 milhão valerá para todas as regiões do país. Em nota, o Ministério do Planejamento informou que a medida ampliará o acesso da população às taxas de juros mais baratas e possibilitará a movimentação dos recursos das contas vinculadas do FGTS para o pagamento das prestações. As informações são da Agência Brasil.

Em 2 anos, planos de saúde perderam 2,8 milhões de usuários

19 Fev 2017 - 08h00


Em 2 anos, planos de saúde perderam 2,8 milhões de usuários

Planos de saúde são serviços almejados no Brasil. Segundo uma pesquisa de 2015 feita pelo Ibope a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), 74% dos brasileiros que não possuem plano de saúde gostariam de ter. Não é difícil entender essa aspiração: apesar de os planos só atenderem um quarto da população, a disponibilidade de médicos no setor privado é três vezes maior do que no SUS, que também sofre com a falta de especialistas e longas esperas para atendimento, marcação de consultas e de exames.  Nos últimos dois anos, porém, o número de privilegiados com acesso aos planos de saúde no Brasil caiu em 2,8 milhões: de 50,4 milhões em dezembro de 2014 para 47,6 milhões em janeiro de 2017, segundo os dados mais recentes divulgados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). “A contratação de plano de saúde está diretamente relacionada à empregabilidade formal e ao poder de compra do cidadão. Em um cenário econômico adverso, é natural que haja redução no número de beneficiários”, afirmou a agência, em nota.

Preço do etanol cai pela 4ª semana; gasolina segue estável

18 Fev 2017 - 10h00


Preço do etanol cai pela 4ª semana; gasolina segue estável
Foto: Reprodução

O preço médio da gasolina nos postos ficou praticamente estável nesta semana, segundo levantamento divulgado nesta sexta-feira (17) pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Com isso, a redução de preços nas refinarias, anunciada no final de janeiro pela Petrobras, continua sem ser ser sentida pelos consumidores. Segundo a pesquisa, o valor médio do litro da gasolina no país passou de R$ 3,754 na semana encerrada no dia 11 de fevereiro para R$ 3,758 no período entre os dias 12 e 17 de fevereiro. Na semana em que a Petrobras anunciou o reajuste, o preço médio estava em R$ 3,765. Em 3 semanas, o recuo foi de 0,19% ou de menos de 1 centavo por litro. No dia 27 de janeiro, os preços da gasolina e do diesel cobrados pela Petrobras nas refinarias foram reduzidos em 1,4% e 5,1% respectivamente. De acordo com o G1, pelos cálculos da estatal, se o reajuste for integralmente repassado ao consumidor, o preço da gasolina nas bombas cairá em 0,4%, ou 2 centavos por litro. Já o valor do diesel diminuirá 2,6%, ou 8 centavos por litro.

Governo eleva para R$ 1,5 mi financiamento de casa própria pelo FGTS

17 Fev 2017 - 10h30


Governo eleva para R$ 1,5 mi financiamento de casa própria pelo FGTS
Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira o aumento do limite do financiamento da casa própria com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para 1,5 milhão de reais. A nova regra valerá para a aquisição de imóveis residenciais novos, contratadas entre 20 de fevereiro de 2017 e 31 de dezembro de 2017, em todo o país. Os limites antigos eram de 950.000 (São Paulo, Rio, Minas e no Distrito Federal) e de 800.000 (demais estados), e já tinham sido corrigidos no último mês de novembro. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, havia anunciado a medida em uma entrevista veiculada pela emissora GloboNews na última quarta-feira. “Isso significa que a classe média vai ser extremamente beneficiada, porque não só pode sacar as contas inativas, mas pode usar também recurso das contas ativas para financiar e pagar a casa própria”, disse o ministro. Meirelles também citou outras medidas para impulsionar o crescimento econômico, como o aperfeiçoamento das regras de execução de garantias, tanto de imóveis quanto de outros bens, buscando baixar a taxa de juros. “É o regime de alienação fiduciária, que é muito melhor e mais rápido e mais seguro que a hipoteca, por exemplo”, disse ele. As informações são da Veja.

Cerca de 5.400 brumadenses poderão sacar os FGTS inativos

17 Fev 2017 - 00h00


Cerca de 5.400 brumadenses poderão sacar os FGTS inativos
Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias

De acordo com a gerência da agência da Caixa Econômica Federal (CEF) no município de Brumado, aumentou em pouco mais de 30% a movimentação no banco com a divulgação do calendário do governo federal para o saque dos FGTS inativos. Segundo o agente financeiro, cerca de 5400 brumadenses poderão sacar o fundo de garantia conforme as datas especificadas pelo governo federal. Desde a data do anúncio para consulta dos saldos longas filas estão se formando na agência. No entanto, a gerência do banco informou que as consultas também podem ser feitas via internet através do site oficial. Os interessados podem fazer a consulta no www.contasinativas.caixa.gov.br/pages/inter/home.html munidos com os números do PIS/Pasep e CPF.

Chamadas entre fixos e móveis ficarão mais baratas

16 Fev 2017 - 09h30


Chamadas entre fixos e móveis ficarão mais baratas
Foto: AFP/Veja

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou nesta quarta-feira (15) que as tarifas de interconexão entre as empresas de telefonia fixa e móvel serão reduzidas a partir do dia 25. Essa redução será repassada aos preços cobrados do consumidor. Com isso, os valores das chamadas locais de fixo-móvel terão redução de 16,49% a 19,25%. Já as ligações interurbanas terão queda de 7,05% a 12,01%. De acordo com o Estadão Conteúdo, essa redução de valor é reflexo da diminuição da tarifa de interconexão _valor que uma empresa cobra da outra pelo uso da sua rede. De acordo com a agência, esses preços vão continuar caindo ano a ano até 2019, conforme decisão tomada em 2014, quando a Anatel aprovou um cronograma de redução da tarifa de interconexão.

Correios devem fechar agências e demitir 5 mil

15 Fev 2017 - 11h30


Correios devem fechar agências e demitir 5 mil
Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias

O plano de demissão voluntária lançado pelos Correios recebeu até o momento a adesão de 3 mil funcionários e a expectativa é que o número chegue a pelo menos 5 mil, segundo o presidente da estatal, Guilherme Campos. Em meio à mais grave crise financeira de sua história, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) planeja também fechar cerca de 200 agências neste ano, além de uma série de medidas de redução de custos e de reestruturação da folha de pagamentos. A empresa acumula dois rombos de R$ 4 bilhões nos últimos dois anos. Os Correios fecharam o ano passado com prejuízo em torno de R$ 2 bilhões, após registrar perdas de R$ 2,1 bilhões em 2015. “Estamos trabalhando para reverter esse quadro. O objetivo é colocar a empresa no azul neste ano”, disse o presidente ao G1.

Cobrança extra na conta de luz ficará mais cara

15 Fev 2017 - 10h30


Cobrança extra na conta de luz ficará mais cara
Foto: Reprodução

A agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou na terça-feira (14) mudanças nos valores das bandeiras tarifárias, sistema que aplica uma cobrança extra nas contas de luz quando aumenta o custo de produção da eletricidade no país. Entre as mudanças está um aumento de 33,3% para o valor da bandeira amarela. A partir de agora, se essa bandeira for acionada, o custo extra nas contas de luz vai passar de R$ 1,50 para R$ 2 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia consumidos. A Aneel também reajustou, para baixo, o custo da bandeira tarifária vermelha 2: de R$ 4,50 para R$ 3,50 a cada 100 kWh consumidos. Os novos valores valem para o ano de 2017 e só vão ser cobrados nas contas de luz se essas bandeiras passarem a vigorar. Hoje está valendo a bandeira verde e não há cobrança extra. A agência não alterou o valor da bandeira vermelha 1, que, portanto, continua sendo de R$ 3 para cada 100 kWh de energia consumidos. As informações são do G1.

Prazo para saques de conta inativa do FGTS começa em março

14 Fev 2017 - 15h30


Prazo para saques de conta inativa do FGTS começa em março
Foto: Reprodução

O governo federal divulgou nesta terça-feira (14) o calendário de saque das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O trabalhador que pediu demissão ou teve contrato de trabalho encerrado por justa causa até 31 de dezembro de 2015 poderá sacar os recursos a partir de março. Neste caso, começam a sacar os trabalhadores nascidos em janeiro e fevereiro. Os nascidos em março, abril e maio sacam em abril. Já aqueles que nasceram em junho, julho e agosto devem sacar em maio. Nascidos em setembro, outubro e novembro sacam os recursos em junho, enquanto os nascidos em dezembro sacam em julho. De acordo com o governo, mais de R$ 43 bilhões estão parados nessas contas e há expectativa de resgate de R$ 34 bilhões.

Receita vai pagar R$ 9,8 mi a baianos em restituição

14 Fev 2017 - 10h30

Na próxima quarta-feira, dia 15, a Receita Federal vai pagar R$ 9,8 milhões em restituições aos baianos contribuintes do lote residual das declarações do Imposto de Renda dos anos de 2008 a 2016. As declarações estavam retidas em malha fina e as restituições serão depositadas nas contas bancárias dos beneficiados.  Na Bahia, 4,8 mil contribuintes foram incluídos no lote. Deste total, 3 mil são referentes ao ano de 2016, que totalizam cerca de R$ 6 milhões. Segundo o Fisco, a somatória da restituição para todos os brasileiros incluídos no lote deve chegar a R$ 250 milhões para um total de 115,8 mil contribuintes contemplados. Para consultar se faz parte do lote, o contribuinte deve acessar a página da Receita Federal na Internet ou ligar para o Receitafone, número 146. A consulta também pode ser feita pelo aplicativo “Receita Federal - Pessoa Física”, via smartphone ou tablet. O programa é gratuito para sistemas Android ou iOS.

Horário de verão chega ao fim no próximo domingo (19)

13 Fev 2017 - 08h30


Horário de verão chega ao fim no próximo domingo (19)
Foto: Neurovasc

Vigente desde outubro do ano passado, o horário de verão chega ao fim no próximo domingo (19). A partir das 0h desta data, os relógios serão atrasados em uma hora nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país. A mudança de horário na estação visa o melhor aproveitamento da luz solar durante o período do verão e, consequentemente, uma economia de energia com o menor consumo entre às 18h e às 21h. Segundo a Agência Brasil, a previsão do governo para este ano é que o horário de verão vá resultar em uma economia de R$ 147,5 milhões. Na última temporada, a medida gerou uma economia de R$ 162 milhões.

Reajustes salariais abaixo da inflação têm maior patamar desde 2008

10 Fev 2017 - 18h30


Reajustes salariais abaixo da inflação têm maior patamar desde 2008
Foto: Heloise Hamada/G1

O ano de 2016 foi o pior dos últimos 9 anos para os reajustes salariais, segundo o Salariômeto, projeto da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), a partir de dados do Ministério do Trabalho. Em meio à recessão e ao aumento do desemprego, quase metade (47,6%) das mais de 19 mil negociações salariais das diversas categorias de trabalhadores resultaram em reajustes abaixo da inflação, o maior percentual anual já registrado pelo levantamento, que tem início em 2008. Trata-se de uma reversão de uma tendência que vinha nos anos em que a economia brasileira ia bem e o país tinha pleno emprego. Até 2014, a grande maioria das categorias conseguia aumentos salariais acima da inflação. Em 2014, quando o pais ainda vivia uma situação de quase pleno emprego, apenas 4,3% das categorias fecharam aumentos abaixo da inflação, segundo a pesquisa da Fipe. O percentual de reajustes salariais abaixo da inflação no mercado formal em 2016 foi quase o dobro do registrado em 2015, quando 26% das negociações resultaram em aumentos de salários abaixo da inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) – indicador usado como principal referência para aos reajustes salariais. De acordo com o G1, menos de um terço (29,9%) das negociações fechadas no ano passado ficaram acima do INPC, ou seja, garantiram aumento real, e 22,5% ficaram iguais, repondo a inflação acumulada em 12 meses até a data-base de cada categoria.

Agência de risco mantém Brasil abaixo do grau de investimento

10 Fev 2017 - 17h30

A agência de classificação de risco Standard and Poor's (S&P) anunciou nesta sexta-feira (10) que decidiu manter a nota de crédito soberano do Brasil em "BB" - dois degraus abaixo do grau de investimento - e reafirmou a perspectiva negativa para o rating do país. Já a nota da Petrobras foi elevada de “B+” para “BB-“, um degrau abaixo da nota do Brasil, com perspectiva estável. “Os consideráveis desafios fiscais e econômicos no Brasil implicam na necessidade de um comprometimento mais firme nas políticas”, disse a agência em nota. “Apesar do progresso do ajuste fiscal no médio prazo sob o governo Temer, a continuidade de incertezas políticas, maiores pressões fiscais dos governos locais e a fraqueza da economia implicam em um ajuste mais lento e prolongado”, acrescentou. De acordo com o G1, a perspectiva negativa foi mantida devido aos riscos de que a estratégia do governo para estabilizar a economia e sua posição fiscal pode ser diluída após três anos de recessão e desdobramentos das investigações envolvendo corrupção.

Taxas de juros do cartão e cheque especial caem

09 Fev 2017 - 14h30


Taxas de juros do cartão e cheque especial caem
Foto: AFP

As taxas de juros das operações de crédito caíram pelo segundo mês seguido em janeiro, na esteira da redução dos juros básicos (Selic), segundo a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). No caso do cartão de crédito, a taxa média caiu de 453,74% ao ano em dezembro, para 441,76%, em janeiro. A taxa deste mês é a menor desde abril de 2016, de acordo com o levantamento. Também foram reduzidos os juros do cheque especial, de 314,51% ao ano para 309,24%, e do comércio, de 98,50% ao ano para 97,61%. Considerando todas as linhas de crédito para a pessoa física, a taxa de juros média geral passou de 8,16% ao mês (156,33% ao ano) em dezembro de 2016 para 8,12% ao mês (155,20% ao ano) em janeiro de 2017 - a menor desde julho de 2016. De acordo com o G1, no caso das linhas para pessoa jurídica, a taxa de juros média geral também caiu, de 74,32% ao ano em dezembro de 2016 para 73,92% ao ano, em janeiro de 2017 - a menor taxa de juros desde junho de 2016. Das três linhas de crédito pesquisadas, duas tiveram suas taxas de juros reduzidas no mês (capital de giro e desconto de duplicatas) e uma teve sua taxa de juros elevada no mês (conta garantida).

Recessão e seca fazem PIB baiano cair 8,9% em 2 anos

09 Fev 2017 - 12h30

A recessão enfrentada pelo país nos últimos dois anos causou a redução de 8,9% no Produto Interno Bruto (PIB) da Bahia. O dado é do estudo feito pela Tendências Consultoria Integrada, que identificou queda em todos os estados brasileiros. Com isso, a economia do país retornou ao patamar de 2010.  Segundo a pesquisa, liderada pelo economista e diretor de análise setorial e inteligência de mercado, Adriano Pitoli, em 13 unidades da Federação, a Bahia incluída, o retrocesso anulou todo o crescimento entre 2011 e 2014. Ou seja, o PIB está menor do que era em 2010. No ranking, a Bahia é o sétimo estado que mais encolheu, com 8,9%, superando a média nacional, teve déficit de 7,2% em dois anos. Em 2016, as perdas na economia baiana foram maiores que em 2015. O quadro econômico foi agravado pela quebra da safra. A queda do PIB nacional, em 2016, foi de 3,5% e na Bahia, de 6,4%. Em 2015, a economia baiana encolheu 2,7% e a nacional, 3,5%.

Inflação oficial é mais baixa para janeiro desde 94

08 Fev 2017 - 13h30

O índice de Preços ao Consumidor - Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ficou em 0,38% no primeiro mês de 2017 - o mais baixo para janeiro desde 1994, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mesmo mês de 2016, o IPCA havia atingido 1,27%. Em 12 meses, o índice também desacelerou para 5,35%, abaixo dos 6,29% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Já na comparação mensal, de dezembro para janeiro, a variação do IPCA ganhou força, passando de 0,3% para 0,38%. O que mais contribuiu para a aceleração do IPCA partiu das tarifas dos ônibus urbanos, que subiram 2,84%, puxado pelos reajustes de Brasília (14,75%) e Vitória (15,19%). Além das tarifas dos ônibus, os preços dos combustíveis também subiram, 1,28. O litro do etanol ficou 3,10% mais caro, assim como o da gasolina: 0,84%. Mesmo que alguns preços tenham aumentado, o grupo de gastos com transporte registrou forte desaceleração de dezembro para janeiro, de 1,11% para 0,77%. Isso porque as passagens aéreas ficaram bem mais baratas - de uma alta de 26,29% em dezembro, a variação de preços caiu para -7,36%, em janeiro.

Contas de luz devem ficar 2% mais baratas, diz Aneel

07 Fev 2017 - 15h30


Contas de luz devem ficar 2% mais baratas, diz Aneel
Foto: Reprodução

A conta de Desenvolvimento Energético (CDE) custará aos consumidores de energia R$ 11,904 bilhões em 2017. Esse valor é 22,2% menor que o cobrado em 2016, quando orçamento ficou em R$ 15,3 bilhões. O corte, segundo a Aneel, deve gerar barateamento médio de 2% nas tarifas neste ano. De acordo com o G1, como se trata de uma redução média, isso não sigifica necessariamente que as contas de luz vão chegar às casas dos consumidores mais baixas. A CDE é apenas um dos componentes das tarifas de energia, que variam entre uma distribuidora e outra. Além disso, o valor da conta depende do consumo. Também é preciso levar em consideração outras cobranças feitas via conta de luz. A partir de 2017, por exemplo, o pagamento de indenização a transmissoras de energia deve contribuir para que as contas de luz fiquem um pouco mais caras.

Prazo para pagar IPVA com desconto de 10% vai até terça-feira

06 Fev 2017 - 18h30

Vaia até a terça-feira (7) o prazo para os contribuintes usarem o desconto de 10% no Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2017, para pagamento em cota única. Para saber o valor do imposto a ser pago, o contribuinte pode acessar o canal Inspetoria Eletrônica. É possível ainda pagar com 5% de desconto o valor integral do IPVA, no vencimento da primeira das três cotas do parcelamento padrão do imposto, data que varia de acordo com o número final da placa do veículo. O pagamento pode ser feito em qualquer agência do Banco do Brasil, Bradesco ou Bancoob, bastando apenas apresentar o número do Renavam. Também é uma opção é parcelar o IPVA em três vezes, e para isso é preciso observar a data de vencimento da primeira cota na tabela, também de acordo com o número final da placa. O proprietário que perder o prazo da primeira cota deixa de ter o direito ao parcelamento em três vezes.

Desemprego: brasileiros começam a acionar o plano B

05 Fev 2017 - 09h00


Desemprego: brasileiros começam a acionar o plano B
Foto: Luiz Maximiano/Veja

José Donizete de Matos, de 48 anos, trabalhou por mais de duas décadas no setor de segurança privada. Em 2014, quando ocupava um cargo de supervisor, foi demitido. A empresa em que trabalhava foi envolvida no escândalo da operação da Lava-Jato e decretou falência. A derrocada no orçamento familiar empurrou Donizete para o setor informal. Por um tempo, encontrava apenas “bicos”. Foi então que decidiu arriscar. Fez um empréstimo com um parente e abriu uma cafeteria, cuja especialidade é a venda de bolos. O negócio, na zona norte de São Paulo, prosperou e a mulher dele, que era policial militar, deixou a carreira pública para ajudar o marido na loja. É possível que a recessão na economia brasileira tenha chegado ao fim, mas a retomada será vagarosa. O desemprego permanecerá elevado até que os empresários percebam que a recuperação é para valer e voltem a contratar. O Brasil corre o risco de perder boa parte do avanço da última década no mercado formal de trabalho. Encontrar uma oportunidade é especialmente difícil para duas categorias: os que têm pouca experiência na área e os mais velhos, que atuam em áreas ultrapassadas pela tecnologia. Para os desempregados experientes, um caminho comum é abrir um negócio próprio, como Donizete, ou prestar serviços de consultoria. O ano pode não inspirar entusiasmo, mas, diante do calamitoso 2016, mal se pode esperar a hora de ele começar de verdade. As informações são da Veja.

40% dos jovens não se preparam para a aposentadoria, diz pesquisa

03 Fev 2017 - 18h30


40% dos jovens não se preparam para a aposentadoria, diz pesquisa
Foto: Divulgação

Apenas quatro em cada dez jovens brasileiros de 18 a 30 anos não se preparam para a aposentadoria, segundo pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Entre os jovens nessa faixa etária, 48,2% são mulheres e 43,6% entre os entrevistados pertencentes às classes C, D e E. Em contrapartida, desconsiderando os entrevistados que têm o INSS pago pela empresa onde trabalham, 61,3% dos jovens ouvidos na pesquisa garantem que se preparam para a aposentadoria, sobretudo os que pertencem à faixa etária de 25 a 30 anos (70,5%), homens (69,6%) e das classes A e B (78,6%). De acordo com o G1, as modalidades mais comuns de preparação são a aplicação em poupança (33,3% dos entrevistados) e o INSS pago de forma autônoma (19,3%). De acordo com o SPC e a CNDL, os principais motivos mencionados para se preparar são: o fato de ser uma pessoa precavida (26,1%), o exemplo próximo de pessoas que não se prepararam e tiveram problemas financeiros (20,2%) e a orientação recebida de amigos e familiares sobre a importância de se preparar (19%).

Saques do FGTS inativo devem injetar R$ 40 bilhões na economia

03 Fev 2017 - 16h30


Saques do FGTS inativo devem injetar R$ 40 bilhões na economia
Foto: Reprodução

A liberação do FGTS está prevista para começar no mês que vem e deve injetar R$ 40 bilhões na economia. As previsões são otimistas e podem ajudar a economia a voltar a crescer. Essa projeção de R$ 40 bilhões na economia representa 0,5 ponto percentual do PIB, que é o total das riquezas do país. É um dinheiro que não estava nos planos e deve ser bem aproveitado: pode ajudar quem precisa quitar dívidas ou, melhor ainda, alguém que quiser fazer uma poupança. Quem quiser pesquisar o saldo das contas inativas pode acessar o site do FGTS ou da Caixa Econômica Federal. Ou baixar os aplicativos que estão disponíveis para smartphones e tablets.

Receita reduz idade mínima exigida para inscrição no CPF de dependentes no IR

01 Fev 2017 - 16h30


Receita reduz idade mínima exigida para inscrição no CPF de dependentes no IR

A Receita Federal reduziu para 12 anos a idade mínima exigida para inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) das pessoas que forem incluídas como dependentes na declaração do Imposto de Renda Pessoa Física. Antes, o órgão exigia o documento apenas para o dependente com mais de 14 anos. A decisão foi publicada por meio de Instrução Normativa, na edição desta quarta-feira (1º) do Diário Oficial da União (DOU). Em nota, a Receita explicou que a obrigatoriedade de inscrição de dependentes com 12 anos ou mais na declaração do Imposto de Renda reduz casos de retenção de declarações em malha fina, reduz riscos de fraudes relacionadas à inclusão de dependentes fictícios ou de um mesmo dependente em mais de uma declaração.

Produção da indústria fecha 2016 com queda de 6,6%, aponta IBGE

01 Fev 2017 - 14h30

A produção da indústria brasileira terminou dezembro em alta de 2,3% em relação ao mês anterior, mas acumulou, ao longo de 2016, queda de 6,6% – foi o terceiro ano seguido em que o segmento registrou resultado negativo, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com esses dados, o IBGE indica que o quarto trimestre do ano passado encerrou com uma retração de 3,1%. De acordo com o G1, em 2016, a maioria dos segmentos da indústria mostrou resultados negativos, com destaque para os desempenhos das indústrias extrativas (-9,4%), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-8,5%), além de veículos automotores, reboques e carrocerias (-11,4%). Na outra ponta, as maiores influências positivas partiram de produtos alimentícios (0,6%) e de celulose, papel e produtos de papel (2,5%). No ano passado, a produção de bens de consumo duráveis (carros, por exemplo) recuou 14,7% e a de bens de capital – como máquinas agrícolas –, 11,1%. O IBGE atribui o resultado à queda da fabricação de automóveis (-12,8%) e de eletrodomésticos (-16,3%), assim como de bens de capital para equipamentos de transporte (-12,6%) e para fins industriais (-11,4%).

Desemprego atinge 12,3 milhões e tem maior taxa desde 2012

01 Fev 2017 - 12h30


Desemprego atinge 12,3 milhões e tem maior taxa desde 2012
Foto: Reprodução/Rede Amazônica

O desemprego seguiu em alta no final do ano passado e subiu para 12% no quarto trimestre, segundo dados divulgados na terça-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da pesquisa Pnad Contínua. Esse é o maior índice da série histórica do indicador, iniciada em 2012. No ano de 2016, a taxa média de desocupação ficou em 11,5%. No trimestre de outubro a dezembro, o Brasil tinha 12,3 milhões de pessoas desocupadas. O número representa um aumento de 2,7% em relação ao trimestre de julho a setembro e de 36% na comparação com o último trimestre de 2015. Já a população ocupada somou 90,3 milhões de pessoas. Em relação ao trimestre anterior, esse número cresceu 0,5%, mas frente ao quarto trimestre de 2015, caiu 2,1%. Desse total, 34 milhões de pessoas que estavam empregadas no setor privado tinham carteira de trabalho assinada. Do terceiro para o quarto trimestre, não houve alteração no contingente, no entanto, recuou quase 4% na comparação com o final do ano anterior.

Governo registra rombo de R$ 154 bilhões em 2016, o pior da história

31 Jan 2017 - 07h30

Apesar da ajuda do programa de regularização de recursos no exterior, a chamada repatriação, o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – encerrou 2016 com o pior déficit primário da história. No ano passado, o resultado ficou negativo em 154,255 bilhões de reais, contra déficit de 114,741 bilhões de reais registrado em 2015. O déficit primário é o resultado negativo das contas do governo antes do pagamento dos juros da dívida pública. Apenas em dezembro, o Governo Central registrou déficit de 60,124 bilhões de reais. O resultado é o segundo pior para o mês, perdendo apenas para dezembro de 2015 (60,633 bilhões de reais). De acordo com a Veja, no ano retrasado, no entanto, o déficit havia sido inflado pelo reconhecimento de passivos do Tesouro com bancos oficiais e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).