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Resultado da busca pela categoria "economia"

Brasileiro trabalha 11 horas por mês só para pagar conta de luz

25 Abr 2016 - 15h30


Brasileiro trabalha 11 horas por mês só para pagar conta de luz
Foto: Marcell Mota

De acordo com estimativa do Instituto de Desenvolvimento Estratégico do Setor Energético (Ilumina), para pagar a conta de luz de uma casa que possui uma pequena geladeira, algumas lâmpadas e uns dois ventiladores, um brasileiro que ganha um salário mínimo precisa trabalhar 11,1 horas, ou seja, pouco mais de uma jornada completa de trabalho. Enquanto isso, no Canadá, um trabalhador que recebe o piso salarial precisa de apenas 1,6 horas para arcar com a mesma conta de luz. O levantamento usou como base dados a Agência Internacional de Energia (AIE) e países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Na pesquisa, o Brasil surge como o país onde o consumidor que ganha um salário mínimo tem de trabalhar o maior número de horas para pagar suas contas de energia. A carga de impostos do setor elétrico é outro ponto em que o Brasil lidera. Enquanto na Espanha os impostos representam apenas 26% do total da conta, no Brasil, o peso tributário varia de 28%, para quem consome até 300 kWh/mês, até 46%, acima desse volume.

R$ 446 milhões oriundos da Lava Jato são recuperados pelo Brasil

25 Abr 2016 - 14h30


R$ 446 milhões oriundos da Lava Jato são recuperados pelo Brasil

O Departamento de Recuperação de Ativos de Cooperação Jurídica, órgão do Ministério da Justiça, registrou em 2015 um recorde na repatriação de recursos desviados do país. A situação se deve a Operação Lava Jato, que fez as autoridades brasileiras recuperarem US$ 124,9 milhões (equivalente a R$ 446 milhões). Segundo a Folha de São Paulo, o valor é oito vezes maior do que o acumulado nos dez anos anteriores. Dos US$ 124,9 milhões recuperados no ano passado, US$ 94,6 milhões são referentes à Operação Lava Jato. Esse montante saiu da Suíça e voltou para o Brasil. O principal destino desses recursos é o cofre da Petrobras, estatal que foi atingida pelos desvios descobertos pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal. O DRCI não informa detalhes da origem desses recursos, apenas que se devem às delações premiadas.

Dívida pública cresce 2,38% em março e chega a R$ 2,88 trilhões

25 Abr 2016 - 13h00

A dívida pública federal brasileira, que inclui os endividamentos interno e externo do governo, subiu 2,38% no mês de março, para R$ 2,88 trilhões, informou o Tesouro Nacional nesta segunda-feira (25). Em fevereiro, o endividamento público já havia registrado alta e chegado a R$ 2,81 trilhões. A expectativa do governo é que a dívida pública, que era de R$ 2,79 trilhões no fim de 2015, fique entre R$ 3,1 trilhões e R$ 3,3 trilhões no fim de 2016. Essa é a previsão do Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2016. A dívida pública federal é a que o Tesouro Nacional faz para financiar o déficit orçamentário do governo. O aumento da dívida pública em março ocorreu porque os títulos públicos emitidos pelo governo superaram os valores dos resgates recebidos no período. Ou seja, o ritmo de emissão de títulos foi maior do que o de recebimento por títulos emitidos anteriormente.

Brasil perde 118.776 vagas de emprego em março

23 Abr 2016 - 10h30


Brasil perde 118.776 vagas de emprego em março
Foto: Reprodução

O Brasil perdeu 118.776 vagas formais de emprego em março, informou nesta sexta-feira, 22, o Ministério do Trabalho e Previdência Social. Este é o pior resultado para o mês desde 1992, quando começou a série histórica. O pior março desde então havia sido registrado em justamente em 1992, com o fechamento de 79.316 postos de trabalho. O resultado divulgado nesta tarde ficou dentro das estimativas de analistas do mercado financeiro consultados pelo AE Projeções, mas bem acima da mediana. Pelo levantamento, o volume de empregos fechados em março seria de 167.789 a 65.000 vagas. Com isso, a mediana ficou em 95.000 postos. Em fevereiro, houve o fechamento de 104.582 vagas formais de emprego. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged de março são fruto de 1.374.485 contratações e 1.493.261 demissões no período. No primeiro trimestre deste ano, o saldo de postos fechados é de 319.150, com ajuste, ou seja, incluindo informações passadas pelas empresas fora do prazo. No acumulado dos últimos 12 meses, o País encerrou março sem 1.853.076 vagas, com ajuste.

Produtores do oeste da Bahia buscam crédito após prejuízo de R$ 1 bilhão

22 Abr 2016 - 15h30


Produtores do oeste da Bahia buscam crédito após prejuízo de R$ 1 bilhão
Foto: Reprodução/TV Bahia

Produtores de milho, soja e algodão da região oeste da Bahia, a Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) se reúne com bancos e fornecedores em rodadas de negociações para pedir mais crédito e análise do caso de cada produtor, tendo em vista às perdas de safra ocasionados pela falta de chuva. A estimativa é que o prejuízo chegue a R$ 1 bilhão. Em reunião realizada nesta semana com a associação, o superintendente estadual do Banco do Brasil, Carlos Alberto Ramos, disse que a instituição sabe que a agricultura passa por um momento delicado e já sinalizou apoio. De acordo com o G1, com a falta de chuvas, grande parte das lavouras de milho, soja e algodão foi perdida. Segundo estimativa da Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), a região terá 37,5% de quebra na safra da soja e 30% na de milho. O algodão ainda não começou a ser colhido, mas a estimativa é que as perdas na cultura cheguem a 40%.

IBGE: Desemprego fica em 10,2% e é o maior da série da Pnad

20 Abr 2016 - 13h30

O desemprego ficou em 10,2% no trimestre encerrado em fevereiro, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse é o maior índice da série, iniciada em 2012. Pela primeira vez, a taxa da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - Contínua (Pnad Contínua) atinge dois dígitos. O índice ficou bem acima do registrado no mesmo período de 2015, quando chegou a 7,4%. A população desocupada somou 10,4 milhões de pessoas e também atingiu o maior patamar desde o início da Pnad. Esse indicador mostrou forte alta, principalmente na comparação com o mesmo período de 2015, quando o contingente subiu 40%. Diante do trimestre de setembro a novembro, o avanço foi menor, de 13,8%. Por outro lado, a população ocupada mostrou queda próximo de 1% nas duas bases de comparação ao chegar a 91,1 milhões. A quantidade de empregos com carteira assinada no setor privado sofreu diminuição de 1,5% sobre o trimestre de setembro a novembro de 2015 e de 3,8% na comparação com igual trimestre do ano anterior. As maiores quedas partiram da indústria geral (-5,9%) e do setor de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (-2,5%). O rendimento médio de quem estava trabalhando no período foi de R$ 1.934. Sobre o trimestre de setembro a novembro, o valor não variou, mas em relação ao trimestre de dezembro a fevereiro do ano passado, o rendimento caiu 3,9%.

Bahia: Aneel aprova alta na conta de luz de clientes de distribuidoras

20 Abr 2016 - 07h00


Bahia: Aneel aprova alta na conta de luz de clientes de distribuidoras

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou na terça-feira (19) o aumento das tarifas de energia de quatro distribuidoras que atendem estados do Nordeste. Os reajustes entram em vigor na sexta-feira (22) e atingem consumidores da Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte e Sergipe. O aumento médio das tarifas da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba) será de 10,72%, segundo decisão da Aneel. Para a baixa tensão (residências e comércio), a alta média será de 10,76%. Já para a alta tensão (indústria), a média do aumento será de 10,64%. A distribuidora atende 5,7 milhões de consumidores. Todos os anos, as distribuidoras passam por um processo de reajuste de suas tarifas, que pode levar a aumento ou queda, dependendo do que for apurado pela Aneel.

Fábrica da Trifil em Itabuna pode ser fechada e transferida para a cidade de Brumado

19 Abr 2016 - 11h00


Fábrica da Trifil em Itabuna pode ser fechada e transferida para a cidade de Brumado
Foto: Políticos do Sul da Bahia

Em Itabuna, no sul do estado, a fábrica da Trifil pode ser fechada por conta da crise hídrica que atinge a cidade. Segundo informações do blog Políticos do Sul da Bahia, a empresa fabricante de moda íntima negocia a transferência para o município Brumado, que fica próximo dos produtores de algodão e não enfrenta problemas hídricos. A possibilidade de fechamento da fábrica preocupa o meio empresarial, já que a empresa é a segunda maior empregadora do município, com mais de dois mil funcionários, atrás apenas da prefeitura. A direção da Trifil em Itabuna se limitou a dizer que a informação “não procede”.

Brumado: Enel constrói parque eólico com investimento de US$ 190 milhões de dólares

18 Abr 2016 - 16h00


Brumado: Enel constrói parque eólico com investimento de US$ 190 milhões de dólares
Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias

A Enel, por meio de sua subsidiária Enel Green Power Brasil Participações Ltda. (EGPB), começou a construção do parque eólico de Cristalândia, que está localizado nos municípios de Brumado, Rio de Contas e Dom Basílio. Segundo apurou o site Brumado Notícias, a nova unidade terá uma capacidade total instalada de 90 MW e tem previsão de entrar em operação no segundo semestre de 2017. Uma vez concluído, Cristalândia será capaz de gerar mais de 350 GWh por ano, o suficiente para satisfazer as necessidades de consumo anuais de mais de 170.000 domicílios brasileiros, evitando a emissão de cerca de 118.000 toneladas de CO2 para a atmosfera. A Enel vai investir cerca de 190 milhões de dólares americanos na construção do empreendimento. Cristalândia é o sexto parque eólico do Grupo Enel na Bahia.  

Prefeitura recebe R$ 421 mil pela liberação de alvarás nas obras do Parque Eólico de Brumado

15 Abr 2016 - 17h00


Prefeitura recebe R$ 421 mil pela liberação de alvarás nas obras do Parque Eólico de Brumado
Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias

Através da secretaria municipal de agricultura e recursos hídricos (Semar), a prefeitura de Brumado realizou a liberação de alvarás e licença ambiental para que a empresa Cortez Engenharia possa extrair saibro e areia nas comunidades Fazenda Santa Bárbara, Sucuruiu, Cabeceiras e Fazendo Angico, na região do Distrito de Cristalândia. No local, será instalado o Parque Eólico da cidade. O site Brumado Notícias obteve confirmação de que, para tal liberação, a empresa teve de desembolsar R$ 421 mil e ainda atender a 14 condicionantes especificadas pela Semar no verso de cada licença concedida. Dentre as condicionantes estão a não poluição do meio ambiente, prevenção contra poeira e sinalização das áreas de trabalho e de circulação de veículos. A prefeitura ainda estuda onde irá aplicar o valor recebido, mas, a princípio, a secretaria de infraestrutura adiantou a nossa reportagem que o recurso pode ser destinado à reforma dos cemitérios em comunidades rurais.

Governo propõe mínimo de R$ 946 em 2017

15 Abr 2016 - 16h30


Governo propõe mínimo de R$ 946 em 2017
Foto: Reprodução

O governo federal propôs que o salário mínimo, que serve de referência para mais de 48 milhões de pessoas no Brasil, suba dos atuais R$ 880 para R$ 946 a partir de janeiro de 2017, com pagamento em fevereiro do próximo ano. O percentual de correção do salário mínimo, pela proposta, será de 7,5%. De acordo com o G1, a informação consta na proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) divulgada pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. O documento vai ser enviado ao Congresso Nacional nesta sexta-feira (15). Para 2018 e 2019, respectivamente, o governo estimou que o salário mínimo seja de R$ 1.002 e  de R$ 1.067, levando em consideração o sistema de correção que está em vigor.

Brasileiros estão mais cautelosos na tomada de crédito, diz pesquisa

15 Abr 2016 - 09h30


Brasileiros estão mais cautelosos na tomada de crédito, diz pesquisa

A maioria dos consumidores brasileiros está cautelosa com operações que podem resultar em endividamento, revela pesquisa divulgada hoje (14) pela Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), feita em conjunto com a TNS Brasil, empresa global de pesquisa de mercado. O levantamento reúne informações coletadas em entrevistas com mil pessoas, com idade entre 18 e 65 anos, de todas as regiões do país, no período de 18 a 22 de março. Mais da metade dos entrevistados, 52%, são mulheres e 48%, homens. Na sondagem, 82% das pessoas ouvidas disseram que não pretendem tomar crédito e 18% que têm intenção de contrair algum tipo de financiamento. Essa proporção mostra estabilidade em relação à ultima pesquisa, feita em outubro do ano passado. No entanto, ao responder sobre quatro tipos de financiamento - imobiliário, consignado, automotivo e crédito direto ao consumidor (CDC), os entrevistados indicaram mudanças. Aumentou o número dos que têm planos de financiar um imóvel, de 33% para 43%. Em outro quesito do questionário em que o objetivo foi levantar se o entrevistado tem dívidas, 69% responderam que sim, taxa maior do que a apurada na sondagem do ano passado, 66%. Quanto ao tipo de dívidas, diminuiu a parcela dos que devem ao cartão de crédito, de 73% para 70%. A pesquisa também apurou que 36% estavam desempregados, mesmo percentual da última sondagem.

Governo pretende aumentar tributo para sair da crise

14 Abr 2016 - 14h30


Governo pretende aumentar tributo para sair da crise

Falando em um cenário de vitória na votação do impeachment e, neste caso, em medidas que estuda para tirar o país da recessão, a presidente Dilma Rousseff (PT) disse que vai ter de aumentar tributo para sair da crise. A petista disse que não estava falando apenas da recriação da CPMF, que está em tramitação no Congresso, mas também de outros tributos. Ela não quis, porém, detalhar quais outros impostos teriam de ser aumentados. Em entrevista a Folha de S. Paulo, ela afirmou, porém, que o Brasil tem uma política tributária “regressiva” e que precisa torná-la mais “progressiva”. A presidente voltou também a defender a aprovação da recriação da CPMF. “Eu não veja saída sem a CPMF”, disse, admitindo logo em seguida que não bastará aprovar a volta do imposto do cheque para reequilibrar as contas públicas e, principalmente, aumentar o investimento público. A presidente ainda alertou para a possibilidade de o governo sair derrotado em propostas que mudam a renegociação das dívidas estaduais. Segundo ela, se for aprovada a medida que reajusta as dívidas estaduais por juros simples em vez de composto, será criado um rombo de R$ 300 bilhões.

Por hora, 282 pessoas ficam desempregadas no Brasil

11 Abr 2016 - 18h00


Por hora, 282 pessoas ficam desempregadas no Brasil
Foto: Reprodução

No Brasil, quase 10 milhões de pessoas estão desempregadas. Por hora, 282 brasileiros passam a fazer parte desse número, segundo cálculos do economista brasileiro, Alexandre Cabral. A estimativa é de que, até o fim do ano, serão 12 milhões de pessoas desempregadas no país. De acordo com o Estadão, a nova onda de retração no mercado de trabalho ficou evidente a partir do segundo semestre do ano passado, quando os setores de comércio e serviços começaram a demitir com mais força. A piora se somou aos desligamentos na construção civil e na indústria. Em 2015, o comércio fechou 208 mil postos de trabalho, depois de mais de dez anos de criação de vagas. Para este ano, é esperado o corte de 220 mil postos de trabalho. Para se ter uma idéia, em 2015, as vendas recuaram 8,6% e, neste ano, devem cair 8,3%. O que ajuda, segundo especialistas, a explicar a forte piora nos setores de comércio e serviços é a queda de renda no país. Em 2015, o recuo real – quando descontada a inflação – foi de 3,7%. Neste ano, deve chegar a 2,5%.

Inadimplência cresce e Brasil tem 58 milhões de pessoas negativadas

11 Abr 2016 - 16h30


Inadimplência cresce e Brasil tem 58 milhões de pessoas negativadas
Foto: Reprodução

Mais de um terço da população brasileira está com dívidas em atraso, segundo levantamento feito em conjunto pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas. Em março, 700 mil pessoas entraram para a lista de inadimplentes, elevando o saldo de negativados para 58,7 milhões. Esse número é 1,2% maior do que no mês passado e 7,5% acima do registrado em março de 2015. A pesquisa mostra que a inadimplência atinge 39,64% da população com idade entre 18 e 95 anos. Por região, o Nordeste aparece com o maior número absoluto (15,7 milhões). Nesta região, o total de devedores em atraso vêm crescendo há oito meses consecutivos e está 8,09% superior ao mesmo mês do ano passado. As informações são da Agência Brasil.

Prejuízo na safra de soja pode chegar a R$ 1 bilhão no oeste baiano

08 Abr 2016 - 13h30


Prejuízo na safra de soja pode chegar a R$ 1 bilhão no oeste baiano
Foto: Reprodução/TV Oeste

Os agricultores do oeste da Bahia calculam uma perda de cerca de 40% na safra da soja produzida na região. Segundo a Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), os prejuízos estimados ultrapassam a margem de R$ 1 bilhão. De acordo com o G1, os efeitos da estiagem e a queda do preço no mercado internacional são apontados como problemas. Além da seca e a quebra na safra, os produtores sofrem com outros agravantes. No mercado internacional, o preço de comercialização da soja está mais barato. No final do ano passado, quando foram fechados os contratos de venda da soja dessa safra, a média do preço por saca era de R$ 70. Agora, estão entre R$ 62 e R$ 64, uma queda aproximada de 10%.  A recente queda do dólar é apontada como justificativa. A Aiba estima que o prejuízo ultrapasse R$ 1 bilhão. Para tentar a renegociação das dívidas, os agricultores pediram ao Governo da Bahia que decretasse situação de emergência, o que ainda não aconteceu. Segundo a Aiba, foram plantados no oeste baiano 1,5 mil hectares de soja. A previsão de perda é de 37,5 % por hectare. Já no milho, que tem 135 mil hectares plantados, a perda pode chegar a 30%. O algodão cultivado em 240 mil hectares pode ter uma redução de 22% nessa safra.

Inflação de março é a menor para o mês desde 2012, segundo IBGE

08 Abr 2016 - 12h30

O Índice de Preços ao Consumidor - Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ficou em 0,43% em março, depois de subir 0,9% no mês anterior, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa, que é a menor para o mês de março desde 2012, ficou mais baixa porque o preço da energia elétrica caiu, provocando certo alívio. No ano, o indicador acumula alta de 2,62% e, em 12 meses, de 9,39%. Mesmo tendo registrado taxa menor em relação ao mês anterior e voltado a um dígito, a inflação em 12 meses continua acima do teto da meta do Banco Central. A maioria dos preços dos grupos de despesas analisados pelo IBGE mostrou taxas menores de fevereiro para março. A desaceleração do IPCA não foi ainda maior porque os alimentos e bebidas, que têm peso maior no orçamento das famílias, subiram mais: de 1,06% para 1,24%. As frutas, por exemplo, ficaram bem mais caras, com alta de quase 9%. Além dos alimentos, os consumidores também pagarão mais pelo vestuário. A variação de preços desse grupo subiu de 0,24% para 0,69%. Na contramão dos alimentos e das roupas, subiram menos os preços relativos a transportes (de 0,62% para 0,16%); saúde e cuidados pessoais (de 0,94% para 0,78%); despesas pessoais (de 0,77% para 0,6%) e educação (de 5,9% para 0,63%). De fevereiro para março, ficaram mais baratos os gastos relacionados a habitação (de -0,15% para -0,64%) e comunicação (de 0,66% para -1,65%).

Bahia registra maior queda na produção industrial entre 14 estados do país

08 Abr 2016 - 08h30


Bahia registra maior queda na produção industrial entre 14 estados do país
Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias

De acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Bahia apresentou a maior queda na produção industrial dentre os 11 estados que apresentaram recuo em fevereiro deste ano, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo envolveu 14 estados. Se comparado com janeiro deste ano, o estado registrou queda de 7,9% na produção industrial. Com isso, parte do avanço de 8,5% acumulado nos meses de dezembro e janeiro foi eliminado. A segunda maior queda foi identificada no Amazonas, onde o percentual de recuo foi de 4,7%. Apenas Pará (+6,2%), Espírito Santo (+5,3%) e Goiás (+4,1%) tiveram resultados positivos. Na Bahia, as maiores quedas foram registradas na produção de veículos automotores, reboques e carrocerias (-60%), nas indústrias extrativas (-18,5%) e na fabricação de produtos de borracha e material de plástico (-9,5%). No acumulado dos últimos doze meses, o estado registra um recuo de 2,9% na produção industrial.

Fuga de recursos da poupança diminui pelo segundo mês seguido

07 Abr 2016 - 07h00


Fuga de recursos da poupança diminui pelo segundo mês seguido
Foto: Reprodução

Pelo segundo mês seguido, a fuga de recursos da caderneta de poupança diminuiu. Segundo dados divulgados ontem (6) pelo Banco Central (BC), as retiradas superaram os depósitos em R$ 5,38 bilhões em março, quando os brasileiros pouparam R$ 164,397 bilhões, mas sacaram R$ 169,777 bilhões da caderneta. Apesar da diminuição dos recursos aplicados na poupança, os saques tiveram queda em março. De acordo com a Agência Brasil, a retirada líquida tinha ficado em R$ 12,032 bilhões em janeiro e R$ 6,639 bilhões em fevereiro. As retiradas também diminuíram em relação ao mesmo mês do ano passado. Em março de 2015, a caderneta tinha registrado saques líquidos de R$ 11,438 bilhões. No acumulado de 2016, no entanto, os brasileiros retiraram mais recursos da poupança. De janeiro a março, a retirada líquida somou R$ 24,05 bilhões, contra R$ 23,231 bilhões no mesmo período do ano passado. Desde janeiro de 2015, a caderneta de poupança registra retirada expressiva de recursos. Isso ocorre por causa do aumento de juros, que tornam mais atrativas aplicações em fundo de investimento, e da perda de rentabilidade diante da inflação. Nos últimos 12 meses, a caderneta rendeu 8,29%, contra inflação oficial de 11,08% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo o BC, a recessão econômica também contribui para a fuga de recursos da poupança. Por causa da crise e do desemprego, os brasileiros têm menos sobra de dinheiro para aplicar na caderneta e precisam sacar mais recursos para pagar dívidas.

Câmara de Vereadores cria comissão especial para acompanhar obras do parque eólico em Brumado

06 Abr 2016 - 00h00


Câmara de Vereadores cria comissão especial para acompanhar obras do parque eólico em Brumado
Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias

Sob indicação da mesa diretora, a Câmara de Vereadores de Brumado aprovou a criação de uma comissão especial destinada a acompanhar as obras e ações relacionadas à atividade eólica no município de Brumado. A comissão é composta pelos vereadores: José Ribeiro Neves - PT (Presidente); Castilho Viana - PSB (Relator); José Carlos dos Reis - PSB (Membro); Édio da Silva Pereira - PCdoB (Membro) e Heliane Bonfim Moura Vasconcelos - PDT (Membro). A comissão terá seis meses para apresentar em plenário relatório dos trabalhos realizados. Na justificativa, o presidente da comissão, vereador José Ribeiro Neves, disse que a comissão foi criada tendo em vista a preocupação com os trabalhos relacionados à atividade eólica que serão iniciados em breve no município, especialmente no que se refere à garantia de utilização da mão de obra local, exploração consciente e responsável dos recursos naturais e legalidade dos procedimentos administrativos. Em entrevista ao site Brumado Notícias, o presidente Alessandro Lôbo (PRB), reforçou que “a comissão agirá como braço fiscalizador do parlamento e da comunidade, buscando colaborar com as atividades do Parque Eólico, que visam o desenvolvimento e geração de emprego e renda no município e microrregião”.

Consumo menor contribui para bandeira verde nas contas de luz

05 Abr 2016 - 13h30


Consumo menor contribui para bandeira verde nas contas de luz
Foto: Reprodução

A redução do consumo de energia, principalmente pelas indústrias, foi um dos fatores que contribuíram para a decisão do governo de adotar a bandeira tarifária verde nas contas de luz neste mês, o que significa que não há cobrança extra na tarifa. Isso porque com menos demanda, não é preciso acionar as termelétricas, que produzem energia mais cara que as usinas hidrelétricas, por exemplo. De acordo com a Agência Brasil, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a adoção da bandeira verde foi definida levando em conta três fatores: o aumento de energia disponível com a redução da demanda, a adição de novas usinas ao sistema elétrico brasileiro e o aumento das chuvas no período úmido, que fez com que o nível dos reservatórios das hidrelétricas ficasse maior. O nível dos reservatórios das regiões Sudeste e Centro-Oeste, que concentram cerca de 70% da capacidade de armazenamento do país, está atualmente em 58,6%, bem acima dos 33,54% registrados em abril do ano passado. O consumo de energia elétrica no Brasil caiu 5,1% em fevereiro em relação ao mesmo mês do ano passado. De acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a redução foi puxada pela demanda do setor industrial, que caiu 7,2% no período. O consumo residencial fechou fevereiro com queda de 3,2%. Na avaliação da EPE, o quadro de crédito restritivo, além da perspectiva de aumento do desemprego e retração da renda, tem levado o consumidor a adotar um comportamento mais cauteloso.

Parque Gilson Brito já está sendo preparado para ExpoBrumado 2016

04 Abr 2016 - 17h00


Parque Gilson Brito já está sendo preparado para ExpoBrumado 2016
Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias

Os trabalhos estão sendo intensificados no Parque de Exposições Gilson Brito para receber a próxima edição da ExpoBrumado 2016, que acontece entre os dias 15 e 17 de abril. O site Brumado Notícias acompanhou parte dos trabalhos que estão sendo realizados no local, com limpeza e capina geral da área e instalação de divisória entre a área de eventos e o espaço para os expositores. Além da tradicional exposição, este ano o evento receberá a feira de agricultura familiar, que promete ser uma das grandes referências do projeto. A direção da Cooperativa Mista Agropecuária de Brumado (Coopmab) também está apostando nas exibições para atrair ainda mais a atenção do público e, portanto, está preparando a redoma para apresentação de marcha equina. Diante da proposta, foi firmada uma parceria com o Clube do Jeep, que já está realizando testes e melhorias na pista radical, com direito a gangorra do jeep e obstáculos de alto nível. 

Parque Gilson Brito já está sendo preparado para ExpoBrumado 2016
Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias

Os visitantes da ExpoBrumado ainda vão poder se aventurar na carona dos jeepeiros, percorrendo a pista radical. Gigantes do Brasil e Fann Estourado serão as atrações deste ano no Parque Gilson Brito, que contará ainda com a apresentação de violeiros. Empolgado, o presidente da Coopmab, Tadeu Silva, disse a nossa reportagem que, mesmo diante da crise política e financeira e das chuvas de janeiro, está otimista e a direção da cooperativa e os próprios expositores esperam um público melhor do que nos anos anteriores. “A expectativa é maravilhosa, não estamos nos apegando à crise, mas estamos voltados a dar continuidade a nossa exposição para propor um melhor atrativo e entretenimento em nossa região. Tenho certeza de que teremos boa aprovação da nossa exposição esse ano, estamos dando o melhor na organização para agradar aos expositores e ao público em geral. As famílias terão uma oferta de lazer muito interessante. Com fé em Deus teremos uma grande feira agropecuária, belas exibições, novidades nas exposições dos animais, que agradarão principalmente as crianças, e muitos mais com essas parcerias que firmamos. Este ano promete ser o diferencial na historia da ExpoBrumado”, ressaltou o presidente cooperativista.

Preço da gasolina deve cair a partir de hoje (04)

04 Abr 2016 - 13h30


Preço da gasolina deve cair a partir de hoje (04)
Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias

A Petrobras vai anunciar a queda nos preços da gasolina e diesel, segundo informações do jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo. A novidade deve trazer um alívio ao bolso dos motoristas, irritados com os constantes aumentos no valor do combustível no ano passado. Os estudos feitos pela estatal estão prontos e baseiam-se nas quedas do consumo interno (9% em 2015 em comparação com 2014 e 11% em janeiro ante a janeiro do ano passado), do preço do barril de petróleo e do dólar nas últimas semanas. Ainda segundo a publicação, a redução ainda ajuda a criar uma agenda positiva para o governo num momento de extrema dificuldade política e econômica.

Produção de cerveja no Brasil cai 18% em março

02 Abr 2016 - 12h00


Produção de cerveja no Brasil cai 18% em março
Foto: Reprodução

A produção de cerveja no Brasil caiu cerca de 20% em março sobre o mesmo período do ano passado, ficando também abaixo do volume produzido em fevereiro e registrando o desempenho mais fraco para o mês desde pelo menos 2011, segundo dados disponibilizados pela Receita Federal. A indústria, que é liderada pela Ambev, produziu em março 9,170 milhões de hectolitros, uma queda de 18% sobre um ano antes e de 19% sobre fevereiro. Com isso, o setor acumulou no trimestre queda de 6,7% na produção, a 33,4 milhões de hectolitros, destaca a Reuters. Paulo de Tarso Petroni, diretor-executivo da CervBrasil (Associação Brasileira da Indústria da Cerveja), lembra que em fevereiro, a produção já tinha registrado queda de 3% na comparação com janeiro e de 2,7% em relação a fevereiro de 2015. “A situação deteriora-se ainda mais. As dificuldades econômicas permanecem. A redução da renda disponível do consumidor se acelera. O cenário permanece com elevado nível de incertezas e baixa confiança dos consumidores”, afirma. Segundo o executivo, os custos das empresas tem sido pressionados por fatores com inflação, câmbio e aumentos tributários em vários estados brasileiros. “As eventuais decisões das empresas de repasse aos preços finais impactam fortemente os volumes comercializados, como pode-se comprovar com estes dados prévios de março”, acrescentou.

Venda de veículos cai 28,6% no 1º trimestre

02 Abr 2016 - 10h30


Venda de veículos cai 28,6% no 1º trimestre
Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias

A venda de veículos caiu 28,6% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. Ao todo, foram 481.390 unidades, ante 674.384 no primeiro trimestre de 2015. Os dados foram divulgados na última sexta-feira (1) pela Fenabrave. De acordo com o G1, apenas na comparação com março de 2015, houve queda de 23,6% No período, foram emplacados 179.294 veículos, ante 234.658 em março de 2015. Na comparação com fevereiro deste ano, mês com menos dias úteis, houve alta de 22,1%. Em fevereiro, foram 146.816 unidades emplacadas. No total, foram emplacados 173.275 automóveis e comerciais leves, número 23,3% menor do que no ano passado, quando foram vendidas 225.960 unidades. Em relação a fevereiro de 2016, houve alta de 21,9%, com 142.101.